<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2707068196942258205</id><updated>2011-12-21T16:21:54.222-08:00</updated><title type='text'>Blog do Clydes</title><subtitle type='html'>Arte, filosofia, ciência, política, futebol, literatura e tudo de que mais gostamos!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Clydes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05959251464434571459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/STGmeNo8VyI/AAAAAAAAAB4/7sP1cuYEFIU/S220/fotoblog.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>12</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2707068196942258205.post-8642294270319708371</id><published>2011-12-21T16:13:00.000-08:00</published><updated>2011-12-21T16:21:54.235-08:00</updated><title type='text'>O melhor futebol</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-lsPb1ZXTNP0/TvJ3Dkx1tDI/AAAAAAAAAFA/eORX2aQAdzc/s1600/melhor%2Bfutebol.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 276px; height: 183px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-lsPb1ZXTNP0/TvJ3Dkx1tDI/AAAAAAAAAFA/eORX2aQAdzc/s320/melhor%2Bfutebol.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5688740182618387506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p face="Candara" size="11.0pt" style="margin:0in;"&gt;Sócrates dizia insistentemente que o futebol brasileiro copiou o que havia de pior no futebol europeu e que pagamos caro por abandonar o nosso estilo. Muitos não concordam com isso e nem vão lembrar quando "abandonamos" nosso modelo e estilo: foi a partir de 1982, quando na Copa do Mundo perdemos um jogo classificatório para a Itália. A partir de então praticamente todos os clubes brasileiros adotaram o modelo europeu de jogo, especialmente o italiano: marcação homem a homem, concentração de jogo no meio campo - não com armadores, mas com predomínio de volantes de contenção. O jogo tático estabeleceu-se em torno de destruir as jogadas do adversário. A estratégia girou em torno das jogadas de contra-ataque. Houve exceções louváveis durante esses anos todos: o próprio Telê Santana, cujo time perdeu para aquela seleção italiana, mas que ganhou importantes títulos como o São Paulo Futebol Clube, jogando um futebol espetacular. &lt;/p&gt;  &lt;p face="Candara" size="11.0pt" style="margin:0in;"&gt;Enfim, adotamos um estilo de jogo que contrariou toda nossa tradição futebolística: o toque de bola curto, passes bem acertados e bem calibrados, jogo ofensivo, meio campo de armação, sem volantes de contenção - uma posição que ficava mais para a zaga; marcação por zona, não homem a homem. &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0in;font-family:Candara;font-size:11.0pt"&gt;O que eu chamo de estilo italiano de futebol, largamente adotado aqui pelos clubes brasileiros, degenerou&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;na maioria das vezes para um futebol tecnicamente de baixíssima qualidade, muitas vezes medrosamente retrancado e truculento, devido à forte ênfase na chamada contenção no meio de campo. Afora a correria, com forte acento no "futebol força", onde se destacavam cada vez mais jogadores atléticos, musculosos, com pouco uso da coordenação fina e mais inteligente de um Sócrates ou de um Zico. &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0in;font-family:Candara;font-size:11.0pt"&gt;O último jogo do mundial de clubes, entre o Barcelona e o Santos, foi emblemático. O Barcelona constitui uma referência e um paradigma de jogo há muito tempo, mas nós insistimos sempre em torcer o nariz para isso, teimando no jogo feio e truncado. &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0in;font-family:Candara;font-size:11.0pt"&gt;Nos últimos anos, melhor, nas últimas décadas, o futebol - mesmo a nível mundial - evoluiu para uma violência absurda; os jogadores praticam quase &lt;span style="font-style: italic"&gt;rugby&lt;/span&gt; ao invés de bom futebol. Isso está expresso na falácia que se pronuncia sempre nos meios futebolísticos: "futebol é um esporte de contato". Nada mais falso. Vide o estilo de jogo do Barcelona - quase não há contato físico, apenas pernas e jogo bonito. Predomina o toque de bola, a troca de passes constante, a ampla movimentação - sem correria. Apenas a bola corre. &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0in;font-family:Candara;font-size:11.0pt"&gt;Por fim, valeu a "aula de futebol" do Barcelona? Apenas o tempo dirá, mas eu arrisco a dizer que não: os interesses, com base nesse futebol que se pratica atualmente, estão muito bem estabelecidos. Ninguém vai querer mudar a estrutura milionária que está dando lucros. Nem tanto para os clubes, mas com certeza para os dirigentes e aos agentes empresariais, sem falar em alguns jornalistas.No mais, para mim foi  sim, uma verdadeira aula de futebol, como praticávamos em outros tempos...&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2707068196942258205-8642294270319708371?l=blogdoclydes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/feeds/8642294270319708371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2707068196942258205&amp;postID=8642294270319708371' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/8642294270319708371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/8642294270319708371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/2011/12/o-melhor-futebol.html' title='O melhor futebol'/><author><name>Clydes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05959251464434571459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/STGmeNo8VyI/AAAAAAAAAB4/7sP1cuYEFIU/S220/fotoblog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-lsPb1ZXTNP0/TvJ3Dkx1tDI/AAAAAAAAAFA/eORX2aQAdzc/s72-c/melhor%2Bfutebol.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2707068196942258205.post-4326740475682748693</id><published>2011-04-16T00:04:00.000-07:00</published><updated>2011-04-17T16:36:49.209-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-mT1QzXhaCIo/TalDCPttNNI/AAAAAAAAAE0/EdZfriWzjwE/s1600/escher%2B19.bmp"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 273px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-mT1QzXhaCIo/TalDCPttNNI/AAAAAAAAAE0/EdZfriWzjwE/s320/escher%2B19.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5596077717841589458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Meus Caros,&lt;br /&gt;A carta abaixo foi encaminhada à Diretoria da FFLCH, como manifestação de desapreço. A razão está exposta nela e se refere, evidentemente, à questão do lixo e da condução das ações em torno dela, ações tomadas pela direção.  Infelizmente, não sei como um fato assim (a continuidade das aulas naquela sujeira) teve respaldo junto aos docentes. Espero que não todos. Segue a carta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manifestação de Desapreço&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo, Sexta-feira, 15 de abril de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"No final das contas, o valor de um Estado é o valor dos indivíduos que o compõem"&lt;br /&gt;(J.S. Mill, in: Sobre a Liberdade)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venho por meio desta, no exercício regular do direito e do de cidadão, manifestar meu desapreço junto a esta Diretoria, no que diz respeito à condução do problema da sujeira, ocorrido nesta última semana nesta Faculdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que foi uma atitude sábia e sensata, porém óbvia, de suspender as aulas na segunda-feira, dia 11 do corrente, não é possível entender como coerente que fossem retomadas as aulas sem que o problema estivesse absolutamente resolvido, pois a sujeira continuava na terça - ao menos no turno da noite -  com corredores intransitáveis, banheiros em situação abaixo do crítico, gerando uma situação incômoda e bastante desagradável, nunca vista por mim desde que sou aluno da renomada Faculdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há que se considerar que, sim, a priori a Faculdade foi tomada pelo problema um tanto desprevenida e que não tem culpa direta pelo processo de contratação das terceirizadas. Há que se considerar também que foi lastimável a reação de alguns alunos ou mesmo do SINTUSP no que diz respeito, se forem verídicas estas versões, de atos predatórios por eles praticados, conforme nota que recebemos, por e-mail, desta mesma Faculdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que ocorre, é que não caberia julgar estas ações ou com relação a elas levar em consideração no sentido de orientar qualquer tipo de reação negativa. E no meu entendimento foi extremamente desagradável e negativo para a FFLCH a manutenção das aulas naquele estado de coisas - diga a sujeira. Independente  de qualquer ação ou reação por parte dessa nominada minoria, a Faculdade não deveria ter mantido as aulas. Não seria isso que prejudicaria o curso, o cronograma ou qualquer outra exigência burocrática da vida acadêmica. Saímos sim, todos piores da experiência, pois demonstramos que nenhum dos lados está preparado para aquilo que o saudoso professor Florestan dizia acerca dos "padrões de civilização" que a Universidade oferece [1] e de fato cria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, parece que a diretoria da FFLCH resolveu jogar com "posição-força", mantendo as aulas a todo custo, fazendo assim justamente o que deveria recusar - aquilo que talvez essa nominada minoria mais desejasse: medir forças num jogo político. Se fosse realmente contra as "tais manobras", simplesmente desprezaria esta minoria ou o sindicato, ou seja lá quem for.  Tentaria sensibilizar melhor e se aproximar da imensa maioria, na qual eu me incluo, e que assiste a todo esse espetáculo  aparvalhadamente. Pois acredito que seja insuficiente apenas informar os discentes com e-mails, no mais pouco esclarecedores, pois embora esse método dê celeridade aos atos administrativos, não se deve com isso presumir que esteja subsumido o princípio. Pois ao final, retomando Mill, a Faculdade é composta de pessoas,  de seres humanos com vontade própria e que podem e devem, sim, tomar iniciativas positivas e não reativas. Talvez a Faculdade devesse consultar os alunos, não sei que forma naquele momento, talvez devesse eleger um porta-voz da direção para falar nas classes, na terça. Eu não sei. O que não se pode admitir é que a maioria fique excluída, ou desinformada do que realmente está acontecendo, pois, repito, não será um mero e-mail que esclarecerá tudo devidamente, a não ser que se queira esconder sob o manto obscuro e impessoal da burocracia o jogo político que esteja por trás de tudo. Por outro lado, se houve realmente alguma "manobra" política, a fim de degradar a imagem da instituição, então essa suposta minoria conseguiu seu intento, pois eu duvido que o conhecimento do fato permaneça restrito somente aos nossos círculos. Bem sabemos como a imprensa sabe explorar, em desfavor da imagem da instituição, qualquer assunto dessa natureza. Portanto, cabe no futuro pensar com a razão fria e não com as paixões exaltadas ou rancores acumulados. Com toda a sinceridade, no que diz respeito à decisão tomada, não é possível intuir outra coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, sem querer - nem de longe - atribuir culpa a esta gloriosa Faculdade por quaisquer danos materiais ou morais ocorridos no evento,  é apenas por isso que manifesto meu desapreço: pela decisão da continuidade  das aulas num contexto de total insalubridade  e desconforto, já não bastassem os do dia a dia, mas sobre os quais estes não convém falar agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero ainda esclarecer que não pertenço a nenhum partido, nem uma ala política - dentro ou fora da Universidade.  Falo por minha única conta. Sou apenas um cidadão que entende, acima de tudo, que a Universidade de São Paulo não é gratuita; que ninguém está fazendo um favor  em me manter nela sem investir dinheiro, pois ela é mantida com impostos, os quais são pagos também por minha pessoa. Sou apenas um cidadão que entende, também - e talvez eu devesse falar em nome da imensa e aparvalhada maioria de alunos, mas não o farei, pois nada me foi outorgado neste sentido - e inclusive, que estou exercendo um direito, um direito individual, por certo, mas parece este já estar esquecido entre nós: o de expressar convenientemente sua opinião pessoal, bem como sua indignação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero assim, com esta peça, que tem apenas um sentido doutrinário, ter contribuído para que esta Faculdade - a gloriosa FFLCH e da qual ainda me orgulho de pertencer - repense decisões futuras, levando em conta a maioria e não reagindo a uma suposta minoria; agindo com coerência e ganhando assim legitimidade junto aos alunos todos. Afinal de contas, é nos departamentos da FFLCH que estão reunidas, senão apenas em qualidade - mas com certeza em número, as melhores cabeças pensantes deste país, sem desmerecer qualquer outra instituição. Faz-se urgente nos (re)conscientizarmos disso e realizar ações merecedoras desse crédito, e não deixar que uma minoria o subtraia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Conf. aula inaugural em 1985, abrindo o curso de Ciências Sociais daquele ano, do qual fui aluno&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2707068196942258205-4326740475682748693?l=blogdoclydes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/feeds/4326740475682748693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2707068196942258205&amp;postID=4326740475682748693' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/4326740475682748693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/4326740475682748693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/2011/04/meus-caros-carta-abaixo-foi-encaminhada.html' title=''/><author><name>Clydes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05959251464434571459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/STGmeNo8VyI/AAAAAAAAAB4/7sP1cuYEFIU/S220/fotoblog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-mT1QzXhaCIo/TalDCPttNNI/AAAAAAAAAE0/EdZfriWzjwE/s72-c/escher%2B19.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2707068196942258205.post-9109213040517020697</id><published>2009-07-13T18:56:00.001-07:00</published><updated>2011-04-15T23:33:12.099-07:00</updated><title type='text'>A melhor Universidade.</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: arial;" href="http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/SlvmF8eLCFI/AAAAAAAAAD4/2LQmOz68cEI/s1600-h/MA959%7ELa-Chateau-des-Pyrenees-Posters+MAGRITE.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; 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na Universidade, dizendo ainda que esta se mantém como a melhor devido justamente à manutenção, no tempo, deste princípio. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Afirma também que o “povo” USP não teria direito ético de eleger a direção da Universidade, já que o povo, propriamente dito, é o paulista, que sustenta a USP, onde os alunos recebem de graça um ensino muito bom (sic). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Se estou errado nessa transcrição, que consultem o texto do professor, no referido jornal (http://br.groups.yahoo.com/group/blogdoclydes/files/).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por outro lado, afirma que se o reitor da USP fosse nomeado (e demitido) pelo governador como um secretário de Estado, seria um desastre. Concluindo, o professor acha que o processo está muito bom, porque funciona, e qualquer alteração nesse modelo teria que implicar em melhoria da qualidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Infelizmente, acredito que nenhuma razão assiste ao professor. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vejamos os pontos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A USP sempre foi a melhor não devido ao seu processo de escolha ou ao princípio da autoridade, em si mesmos. Mas simplesmente pelo fato de que não havia outra concorrente à altura, durante muito tempo, pois ali, por determinação e vontade, conseguiu-se reunir o que havia de melhor. E manteve-se assim, por razões históricas. Não nos esqueçamos que quando a USP foi fundada, em 1934, era a segunda ou terceira universidade criada no país. Nossa USP não tem nem 100 anos... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pois bem, o segundo ponto. O princípio da autoridade. Talvez isso funcionasse mais ou menos (se aceitarmos assim) em 1934, digamos até os anos 60. Após isso, o princípio caiu sob total crítica. 1968 não nos diz nada? Hoje, invocar um tal princípio é invocar algo absolutamente roto. Que tipo de conhecimento baseado no princípio da autoridade se sustenta hoje? Nenhum. Justamente porque advém de um sentido moral, insustentável hoje em qualquer área do conhecimento. Vem sendo assim desde o empirismo, que dirá hoje, quando se discute muito o princípio da incerteza. Mas parece que a escolástica não desgruda de alguns acadêmicos nossos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Outro ponto. O professor fala em Universidade de graça. A USP não é de graça. Ela é paga com os impostos, inclusive daqueles que a frequentam. E estes também fazem parte daqueles que o professor denominou de povo paulista. Portanto, não há nenhuma ilegitimidade nas reivindicações do “povo USP”, já que também fazem parte do povo. E democracia não é apenas o poder do povo, como deixou implícito (?) o professor Renato Janine Ribeiro. Democracia é poder do povo e o &lt;b&gt;exercício&lt;/b&gt; daquele por este. Pergunta-se: fosse assim como o professor quer, então porque não o voto direto do povo paulista para reitor? O professor cai assim numa incoerência: não é legítimo o “povo” USP escolher seu reitor; então é legítimo que alguns esclarecidos decidam sobre isso, representando assim da melhor forma o povo paulista? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Último ponto. A autonomia. A Universidade de São Paulo é uma autarquia. Segundo esse princípio jurídico ela deveria ter autonomia administrativa e financeira. Não se confunda com autonomia econômica, pois a Universidade tem meios próprios. Recebe dinheiro, seja do governo, seja de instituições privadas. Como manter a qualidade, a excelência no mundo moderno? Certamente não é pelo princípio da autoridade. Pelo simples motivo que não é possível, nos dias de hoje, depender da boa vontade e moral dos homens. Poder controla poder. A Universidade de São Paulo, se estivesse adequada aos tempos hodiernos, seria realmente autônoma, como rege o princípio da lei (que na prática não é cumprida) e seria controlada por modernos métodos de auditoria, democráticos, de preferência. Pelo que me consta, ninguém perguntou à comunidade paulista se estava satisfeita com sua universidade. O único veículo que tem controlado a Universidade é a imprensa. Mas daí também já sabemos os resultados, porque a imprensa, se ela é alguma coisa, é algo diferente de democrática. Mas há ensaios de métodos modernos dentro da universidade, tais como consulta eletrônica. O único problema é tornar o método como algo aceito pela mentalidade geral.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas o próprio professor Renato Janine confirma, mais adiante no seu artigo, que o método de escolha, por ser muito reduzido o número de pessoas que votam no reitor, afasta este da comunidade, enfraquecendo-se.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O próprio professor admite, ao final do texto, que tal estrutura de poder não se sustenta, é frágil. E por um motivo relativamente simples: mais pessoas querem uma parcela maior de poder, pois isso significa controlar, influenciar, fazer, exercer e, necessariamente, usar dos recursos financeiros também.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Os tempos de ficar entocado no buraco, com medo, já se foram. Isso pode nos fazer entender o ritmo, violento às vezes, dos embates atuais. O outro lado não quer abrir de quase nada desse poder. Há negociação tranquila quando as partes compartilham de um equilibrio razoável de poder e influência. Nesse caso, como não há, resta a violência. Seja para bater, seja para apanhar. E infelizmente a parte fraca tem apanhado bastante. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A autoridade, no mundo democrático em seu sentido mais amplo, resulta do consenso. E só se pode chegar a um consenso se as partes dialogam. Não há diálogo quando o balanço de poder pende mais, muito mais, para um lado só. A mudança dos métodos de escolha dos dirigentes da Universidade espelha essa vontade de equilibrar um pouco os pratos de cada lado. Não se trata de populismo, de democratismo na Universidade. É algo maior. Se abrirmos mão disso na Universidade, que no fundo representa um aspecto de nossas vidas, então e o resto? Temos que entender a Democracia como algo que é sério e que deveria reger &lt;b&gt;todos&lt;/b&gt; os aspectos da vida social, pois diz respeito ao que nos é mais caro: a liberdade de decidir sobre nossa própria vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:lsdexception&gt;&lt;/w:latentstyles&gt;&lt;/xml&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2707068196942258205-9109213040517020697?l=blogdoclydes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/feeds/9109213040517020697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2707068196942258205&amp;postID=9109213040517020697' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/9109213040517020697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/9109213040517020697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/2009/07/melhor-universidade.html' title='A melhor Universidade.'/><author><name>Clydes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05959251464434571459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/STGmeNo8VyI/AAAAAAAAAB4/7sP1cuYEFIU/S220/fotoblog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/SlvmF8eLCFI/AAAAAAAAAD4/2LQmOz68cEI/s72-c/MA959%7ELa-Chateau-des-Pyrenees-Posters+MAGRITE.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2707068196942258205.post-245332171821702537</id><published>2009-01-17T11:13:00.000-08:00</published><updated>2009-01-17T11:43:46.312-08:00</updated><title type='text'>Moby Dick e a Crise</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/SXIzNzu8v7I/AAAAAAAAADA/GF5HK6e7-Rc/s1600-h/moby+levanta+o+bote.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5292348824432197554" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 187px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/SXIzNzu8v7I/AAAAAAAAADA/GF5HK6e7-Rc/s400/moby+levanta+o+bote.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;"E só eu escapei para te contar"&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Jó&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O capitão &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ahab&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;e sua tripulação ─ incluindo o marinheiro Ishmael e o arpoador Queequeeg ─ está empreendendo uma nova viagem. Trata-se do navio baleeiro &lt;em&gt;Pequod&lt;/em&gt;, que singrará os mares em busca de baleias (cachalotes). Ocorre que Ahab está imbuído de um novo motivo: a vingança. Trata-se de caçar uma baleia em especial, Moby Dick, que arrancou-lhe a perna em outra empreitada.&lt;br /&gt;─ Morte a Moby Dick!&lt;br /&gt;Bradou Ahab, oferecendo ainda um dobrão de ouro espanhol a quem avistasse primeiro o maldito cachalote.&lt;br /&gt;A caçada se estende do Atlântico ao Pacífico, passando pelo Índico. O capitão está alucinado e só pensa na vingança. Encontra pelo caminho vários navios relatando o fracasso na caçada, inclusive um que está voltando para casa avariado, se não me engano. Mas Ahab está insano, obstinadamente convencido a levar às últimas seu plano. Coloca toda a tripulação em prol disso, que não mede esforços ─ seja por temor ao capitão, seja perfunctoriamente nas suas obrigações ─ para tal tarefa.&lt;br /&gt;O resultado é mais ou menos previsível, considerando-se conhecer Moby Dick, baleia velha, de cabeça enrrugada, de tantos navios em que bateu e levou à pique...&lt;br /&gt;E este é o destino do &lt;em&gt;Pequod&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa sinopse de Moby Dick, para quem não conhece a história, é muito sugestiva para esses nossos tempos de crise. Permitam-me a alegoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Capitão Ahab passa anos, com sua tripulação, perseguindo Moby-Dick. A obstinação de um só homem torna-se também a dos demais, mas não porque a tripulação mesmo queira. Uns obedecem, como dissemos, pelo medo (Ahab é uma figura temível); outros pelo dinheiro (a oferta do dobrão de ouro); outros tantos simplesmente pela obrigação de seguir em seu trabalho. E são a maioria. Ninguém se salvou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, e a crise? Eu digo a vocês.&lt;br /&gt;Nestes tempos de incertezas perceberemos o quanto inútil é seguir caçando algo como Moby Dick. Quem é Moby Dick? Uma baleia, um cachalote branco. Um animal velho, de velha estirpe. Vai aonde quer, e os homens o seguem. Moby Dick é o dobrão de ouro. Moby Dick torna-se cobiça. Moby Dick é a morte à espreita. Moby Dick representa um tesouro, mas para um — Ahab — é tudo. É vingança. Seguimos Ahab, que persegue Moby Dick. Perseguimos a baleia, obedecemos Ahab. Ahab não nos revela totalmente seu desígnio, mas este vai se revelando por si mesmo. Seguimos Ahab, mas um pouco antes da morte tudo se revela: não temos nada. Moby Dick não pode ser caçada; Moby Dick é inalcançável; ninguém pode obter o dobrão à custa de Moby Dick; Moby Dick representa ainda o navio afundado, toda nossa vida levada por uma empreitada inútil. E essa revelação toda apenas momentos antes de nossa vida ceifada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moby Dick é o sonho, a ilusão do ouro. Moby Dick é a ilusão do progresso, de busca de um PIB crescente, de mais riqueza, que nunca nos favorece. Também é o sonho de loucos, de obstinados como Ahab. O sonho de vingança de Ahab nada mais é que uma megalomania: a de tentar igualar-se ao gigante, ao Leviatã. Mas Ahab é só um homem. Somos todos homens, mais mortais que a baleia, que seguiu seu caminho, após a destruição geral...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“[...] envolto pela bandeira de Ahab, afundou com o navio, que, como Satã, não quis descer até o inferno sem arrastar consigo uma parte vigorosa do céu, que assim lhe servisse de elmo.&lt;br /&gt;Pequenas aves voavam agora gritando sobre o golfo ainda escancarado; uma rebentação branca se abateu contra os seus lados íngremes; e então tudo desabou e o grande sudário do mar voltou a rolar como rolava há cinco mil anos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdemos o navio. Perdemos assim também o Planeta, consumido pelo definhamento das florestas, do ar, dos rios, arrastados pela nossa obstinação, nossa sede de progresso rápido; idéias vendidas a nós a alto custo e as quais fazemos descer goela abaixo muito facilmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Ahab, afinal, quem é essa figura que tanto nos impressiona e nos mete medo? Ahab está em qualquer lugar, está em cada um de nós. Todos nós um dia fomos Ahab, na verdade todos os dias somos Ahab; incitamos uns aos outros a perseguir Moby Dick. Nos imbuímos daquela loucura, daquela razão impensada de nos tornarmos algo muito grande, além do que realmente podemos ser. Convocamos nossos semelhantes a perseguir um progresso tão inútil quanto ilusório e iludimo-nos todos com isso. E o tempo, bem como nossa vida, vai fluindo, esvaindo-se nos detalhes dos planos, das metas, das eficiências técnicas, rastreadas por nossos loucos governantes.&lt;br /&gt;Mas no íntimo queremos todos, cada um por si, entesourar os resultados de tal busca. Quem não quer desfrutar o máximo do progresso? Todos querem asfalto na sua rua e ninguém quer se culpar pelas enchentes.&lt;br /&gt;Procure bem. Ahab estará em você, mas não se iluda. Estará em todos os outros também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler Moby Dick:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moby Dick, ou, A Baleia, Herman Melville, Ed. Cosacnaify, 2008, São Paulo-SP — tradução de Irene Hirsh e Alexandre Barbosa de Souza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moby Dick, Herman Melville, Ed. Abril Cultural, 1980, São Paulo-SP — tradução de Péricles Eugênio da Silva Ramos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moby Dick, Herman Melville, Dover Giant Thrift Editions, 2003, Mineola, New York&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quadrinhos:&lt;br /&gt;Moby Dick, Herman Melville, Companhia Editora Nacional, Col. Quadrinhos Nacional, 2008, São Paulo-SP — adaptação de Sophie Furse e ilustrações de Penko Gelev&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adaptações:&lt;br /&gt;Moby Dick, Herman Melville, Ediouro, 1970, Rio de Janeiro — tradução e adaptação de Carlos Heitor Cony&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2707068196942258205-245332171821702537?l=blogdoclydes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/feeds/245332171821702537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2707068196942258205&amp;postID=245332171821702537' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/245332171821702537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/245332171821702537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/2009/01/moby-dick-e-crise.html' title='Moby Dick e a Crise'/><author><name>Clydes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05959251464434571459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/STGmeNo8VyI/AAAAAAAAAB4/7sP1cuYEFIU/S220/fotoblog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/SXIzNzu8v7I/AAAAAAAAADA/GF5HK6e7-Rc/s72-c/moby+levanta+o+bote.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2707068196942258205.post-3954346237127481579</id><published>2008-12-24T12:04:00.000-08:00</published><updated>2008-12-24T12:09:47.889-08:00</updated><title type='text'>Dos Direitos do Trabalho II - A CLT</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/SVKXAL9NdEI/AAAAAAAAACg/zmqwu6bm1XQ/s1600-h/dormir+no+trabalho.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5283451342324331586" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/SVKXAL9NdEI/AAAAAAAAACg/zmqwu6bm1XQ/s200/dormir+no+trabalho.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;De fato a legislação, se nos fixarmos na CLT, ela realmente é de cunho fascista. Tentava-se controlar não somente o trabalhador, mas também o empregador. O foco era o Estado Novo; produzia-se para o Estado, um estado capitalista, diga-se.&lt;br /&gt;E se você der uma lida na CLT verá que lá também está abrigado também todos os direitos do empregador, que se fazem valer até o hoje, com maior rigidez que a da parte contrária. Como eu estudei muito a área de Direito (e trabalho com ela), posso lhe afirmar isso categoricamente.&lt;br /&gt;Por outro lado, posso lhe afirmar que todos os pontos favoráveis aos trabalhadores contidos na CLT foram sim, frutos de luta dos trabalhadores, reivindicadas desde a época do Segundo Império, passando pela República Velha. Eram reivindicações que estavam “represadas”; podem ser percebidas nos movimentos político-sociais do Tenentismo, que se iniciou no final da Primeira Guerra até 1930. (Quinze anos, contados, não?).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O número de greves entre 1891 e 1900 foi em torno de 30. Entre 1891 e 1900 foram mais ou menos 60 greves. 111 entre 1911 e 1920, e 20 entre 1921 e 1930. Estes últimos anos só diminuíram porque as greves eram duramente reprimidas pelas forças policiais; os jornais operários eram “empastelados” (destruía-se tudo) e seus dirigentes eram simplesmente expulsos do país, pois havia previsão legal para isso (Lei Afonso Gordo, 1907 – você sabia?). E isso tudo durante os governos “liberais” da República Velha. Washington Luís, um dos nossos presidentes, dizia: “a questão social é caso de polícia”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Isso sem falar na Revolta da Chibata, em 1910, cujos marinheiros, trabalhadores reivindicavam nada mais, nada menos, que o fim da chibata, isso mesmo, o castigo pelo chicote a que eram submetidos os marinheiros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quando a República Velha foi derrubada, em 1930, assumiu Getúlio Vargas. Getúlio nada fez que colocar na carta (CLT) as antigas reivindicações de trabalhadores sufocadas durante o período que se dizia liberal. É claro, que fez essas concessões para poder governar. Mas isso não se fez sem amplas concessões ao patronato, que além de amparado pela lei, recebeu enormes incentivos financeiros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Essas conquistas deveriam ser ampliadas durante o governo democrático de João Goulart, pois os movimentos sociais cresceram e a pauta de reivindicações também cresceram. No entanto, veio o Golpe Militar e manteve-se tudo “congelado”. Manteve-se a CLT porque ela, no fim, agia como uma camisa de força para os trabalhadores, “congelando” as reivindicações.&lt;br /&gt;Ocorre que durante o período militar o grande capital só aumentou. O empresariado acumulou muito, muito dinheiro . Nossa economia chegou a ser a 8ª em termos de PIB, mas a legislação trabalhista não mudou. Continuava lá; nenhum acordo além do que estava ali. Foi justo? É para refletirmos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No entanto, as pequenas conquistas, que estavam ali na CLT, foram ratificadas pela Constituição Federal de 88. Isso, por si só, destitui qualquer ranço “corporativo”, como você falou, das conquistas e reivindicações sociais. A CF de 88 foi considerada uma das mais democráticas, não só da história do Brasil, mas da história de todas as Repúblicas no mundo. É uma que ela vem sucessivamente sendo “mutilada”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Concordo sim, que as leis do trabalho devam ser flexibilizadas. Mas somente se o capital também for flexibilizado. Pois se há uma coisa que foi protegida neste país, esta tem nome: o capital. Infelizmente o empresariado brasileiro só vive chorando por mais dinheiro. Para onde foi tudo que ganharam? Somos a 12ª nação em termos de PIB. Em que patamar de PIB devemos chegar para que o trabalhador receba o justo? Só quando formos o 1º? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E quando digo trabalhador, estou me referindo a todos nós. A maioria imensa deste país ganha até dois salários mínimos. Há muita gente que se sente feliz ganhando 700,00. Eu pergunto: você, ficaria satisfeito com isso? Como convencer um sujeito desses a abrir mão de uma cesta básica ou vale transporte? No entanto, parece que as nossas classes mais abastadas querem um trabalhador movido a corda.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Portanto, a tal flexibilização da legislação trabalhista é uma balela. Isso seria necessário se realmente houvesse proteção ao trabalho, que não é o caso. Se sairmos das grandes metrópoles não demoramos muito a encontrar até trabalho escravo e exploração do menor. Isso quando não ocorre nas próprias cidades.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E se eu ganhasse 500,00 por mês, realmente, depois de ser demitido eu iria procurar mesmo um “adevogado” para arrancar qualquer coisa daquele que me explorou. Pois nessa situação é a lei da selva que está valendo. (Já esteve numa situação desta?) Pois faça-me o favor, que trabalho é esse em que um indivíduo ganha 500,00? Um entregador de pizza nos EUA não ganha menos de 1.000 dólares por mês, e mesmo sem estar registrado, está amparado por toda a lei trabalhista, inclusive com seguro desemprego, que não fica menos que 600,00 dólares por mês, até, eu disse até, ele arrumar outro emprego.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Considerando tudo isso, não há argumento algum a favor da tal flexibilização , mesmo porque nunca houve coisa tão “flexível”, na prática, quanto o trabalho no Brasil. Deveríamos sim é flexibilizar o capital; menos concentração de renda, de terra, mais empréstimos ao pequeno agricultor, mais incentivos ao pequeno investidor e ao pequeno empresário.&lt;br /&gt;E convenhamos, o indivíduo sai da empresa, recebe alguma indenização (quando não recebe apenas o salário do mês), ele vai fazer o quê? Um curso de inglês? Claro que não, ele vai guardar dinheiro para a comida. Se não houver a preservação física da pessoa não vai dar para fazer “reciclagem” de conhecimentos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Infelizmente os jornalistas, por serem mal informados ou mal intencionados, estão sempre dando soluções imediatistas e destituídas de análise do processo histórico e social. E a nossa classe média, sempre embalada do sonho de ter a sua disposição serviçais, como nos tempos aristocráticos, faz coro com a imprensa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;De fato, sem o conhecimento histórico e profundo conhecimento dos problemas sociais, só poderemos reproduzir palavras-chaves, vazias, repetidas, superficiais, destituídas de qualquer análise mais detida da complexidade econômica, política e social. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2707068196942258205-3954346237127481579?l=blogdoclydes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/feeds/3954346237127481579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2707068196942258205&amp;postID=3954346237127481579' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/3954346237127481579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/3954346237127481579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/2008/12/dos-direitos-do-trabalho-ii-clt.html' title='Dos Direitos do Trabalho II - A CLT'/><author><name>Clydes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05959251464434571459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/STGmeNo8VyI/AAAAAAAAAB4/7sP1cuYEFIU/S220/fotoblog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/SVKXAL9NdEI/AAAAAAAAACg/zmqwu6bm1XQ/s72-c/dormir+no+trabalho.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2707068196942258205.post-2801779783039144070</id><published>2008-12-19T11:42:00.000-08:00</published><updated>2008-12-19T12:00:05.366-08:00</updated><title type='text'>Dos Direitos do Trabalho</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/SUv7BQfwgdI/AAAAAAAAACY/ncRC1N7FI6g/s1600-h/Construction+Worker+on+the+Empire+State+Building.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5281590987048649170" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/SUv7BQfwgdI/AAAAAAAAACY/ncRC1N7FI6g/s200/Construction+Worker+on+the+Empire+State+Building.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Decididamente estamos numa época em que ser trabalhador pode representar a pior coisa que poderia nos acontecer. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os mal-intencionados proliferam, mesmo em tempos de crise. Ao invés de nos dar a mão querem o resto de nossa carne.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É o que deseja o presidente da Vale, Roger Agnelli. Veja o comentário no Blog do Sakamoto, no link abaixo. Aliás, um excelente blog. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://colunistas.ig.com.br/sakamoto/2008/12/14/reduzir-direitos-para-garantir-lucro/#comment-36252"&gt;http://colunistas.ig.com.br/sakamoto/2008/12/14/reduzir-direitos-para-garantir-lucro/#comment-36252&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um abraço a todos e um Feliz Natal. Prometo que estarei mais ativo no ano que vem, fazendo artigos mais longos, mais interessantes e, sobretudo, crítico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2707068196942258205-2801779783039144070?l=blogdoclydes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/feeds/2801779783039144070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2707068196942258205&amp;postID=2801779783039144070' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/2801779783039144070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/2801779783039144070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/2008/12/dos-direitos-do-trabalho.html' title='Dos Direitos do Trabalho'/><author><name>Clydes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05959251464434571459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/STGmeNo8VyI/AAAAAAAAAB4/7sP1cuYEFIU/S220/fotoblog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/SUv7BQfwgdI/AAAAAAAAACY/ncRC1N7FI6g/s72-c/Construction+Worker+on+the+Empire+State+Building.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2707068196942258205.post-726446006354294530</id><published>2008-11-29T12:31:00.000-08:00</published><updated>2008-11-29T12:45:10.137-08:00</updated><title type='text'>Poder de compra dos trabalhadores deve ser protegido</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/STGpTXDDIyI/AAAAAAAAACQ/lw4eJSXtY6c/s1600-h/La%C3%ADs+Abramo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274182788696974114" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 158px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/STGpTXDDIyI/AAAAAAAAACQ/lw4eJSXtY6c/s200/La%C3%ADs+Abramo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É o que aponta o Relatório Mundial sobre Sálarios 2008/2009, elaborado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e divulgado no último dia 26 de novembro, em Genebra, Suíça.&lt;br /&gt;A conclusão do relatório baseia-se nas projeções de crescimento dos salários médios, em termos mundiais, que deverão crescer menos: 1,1% no ano que vem, contra um crescimento estimado em 1,7% para este ano de 2008.&lt;br /&gt;Para os países desenvolvidos, cujo crescimento este ano aponta para 0,8%, deverá haver uma redução de 0,5% em 2009.&lt;br /&gt;Para a diretora do escritório da OIT no Brasil, Laís Abramo (foto), é importante que o governo brasileiro se empenhe em manter o poder aquisitivo dos assalariados, a fim de dinamizar o mercado interno e evitar o aprofundamento de uma crise recessiva.&lt;br /&gt;Destaca ainda que é necessário dar mais força às políticas de proteção social e às instituições do mercado de trabalho, como o salário mínimo e a negociação coletiva, outros dois pontos analisados pelo relatório.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2707068196942258205-726446006354294530?l=blogdoclydes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/feeds/726446006354294530/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2707068196942258205&amp;postID=726446006354294530' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/726446006354294530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/726446006354294530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/2008/11/poder-de-compra-dos-trabalhadores-deve.html' title='Poder de compra dos trabalhadores deve ser protegido'/><author><name>Clydes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05959251464434571459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/STGmeNo8VyI/AAAAAAAAAB4/7sP1cuYEFIU/S220/fotoblog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/STGpTXDDIyI/AAAAAAAAACQ/lw4eJSXtY6c/s72-c/La%C3%ADs+Abramo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2707068196942258205.post-1980721417949468646</id><published>2008-08-05T20:56:00.000-07:00</published><updated>2008-08-05T21:12:15.685-07:00</updated><title type='text'>Por que vou boicotar a Olimpíada.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/SJkj-FYGeQI/AAAAAAAAABs/p2fQvwDGygk/s1600-h/liberdade+na+corda+bamba.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5231251991669668098" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/SJkj-FYGeQI/AAAAAAAAABs/p2fQvwDGygk/s200/liberdade+na+corda+bamba.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Amanhã começam os jogos olímpicos. Naturalmente deveria estar ansioso por assistir aos jogos, às competições. Nada disso. Esse ano vou boicotar, pessoalmente, a Olimpíada. Não vou assistir a nada. Nada mesmo. Razão? Muitas. Não porque seja simplesmente disputada na China. Mas pelo que representa hoje esse país.&lt;br /&gt;A China é hoje muito mencionada pelos nossos economistas e empresários-olho-gordo porque vende seus produtos ao mundo todo muito baratos; cresce a um ritmo acelerado, algo em torno de 9 a 10% ao ano de seu PIB; a mão-de-obra é barata, muito, muito barata, e é aqui que o olho dos empresários nacionais se torna mais gordo. A economia cresce, prospera.&lt;br /&gt;Esse é o lado quase bom. Sim, mesmo considerando-o isoladamente todo esse crescimento e progresso não pode ser recebido assim como algo tão positivo. Veja os índices de poluição em Pequim, por exemplo, muito acima que o máximo recomendado pelas organizações de saúde.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Desporto/Interior.aspx?content_id=972546"&gt;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Desporto/Interior.aspx?content_id=972546&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mas o que torna a coisa completamente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;abjeta&lt;/span&gt; é o conjunto de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;fatores&lt;/span&gt; que estão na conta a débito. Vamos ver.&lt;br /&gt;Primeiro. Quando se faz aquele tremendo elogio à China todos esquecem o país que é. Autoritário, anti-democrático. Todos os problemas políticos que ocorrem dentro desse Estado é tratado na base da dura repressão e imposição do silêncio através das armas. É só observar o episódio mais recente ocorrido com o Tibete.&lt;br /&gt;Segundo. A cultura é a da intolerância. A maior parte dos assuntos nesse país é tratado a ferro e fogo. Não possui uma mentalidade de respeito às diferenças e nem de direitos humanos. Alguns, saudosistas dos tempos ditatoriais, dirão: direitos humanos? Para quê? Bom, eu diria a esses que deveriam programar sua imigração para a China. Vão se sentir muito bem lá.&lt;br /&gt;Terceiro. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Faz&lt;/span&gt; propaganda enganosa. Tenta iludir o Ocidente mostrando ter uma economia liberal e um programa socialista de vida. Quem se aprofundar um pouco mais no estudo dessa sociedade verá que lá não há uma coisa nem outra. A economia ainda é rigidamente controlada, principalmente no interior do país, havendo mais liberdade dos agentes &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;econômicos&lt;/span&gt; na capital e grande centros urbanos. A pobreza ainda é grande, não há mais aquela miséria como na China imperial, mas os problemas nessa área são enormes. O socialismo lá, não se enganem, nunca existiu de fato e nunca se caminhou para isso.&lt;br /&gt;Quarto. Não está nem aí para o mundo. Não respeita nada. Investe maciçamente na área militar e ainda protege a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Coréia&lt;/span&gt;, que faz seus testes nucleares livremente, com todo o Mundo assistindo à sua volta. Uma observação: por que os EUA não enfrentam a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Coréia&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;diretamente&lt;/span&gt;? Ao invés disso, invadiu o então combalido Iraque, atrás de armas que não existiam. Negócios? Bem, os negócios em primeiro lugar, não? Afinal se produz &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;tênis&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;nike&lt;/span&gt; na China...&lt;br /&gt;Vejam este &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;links&lt;/span&gt;, para concluírem que belo país é aquele:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/afp/2008/04/01/ult34u202425.jhtm"&gt;http://noticias.uol.com.br/ultnot/afp/2008/04/01/ult34u202425.jhtm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2008/07/080717_chinaproibeartistasfn.shtml"&gt;www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2008/07/080717_chinaproibeartistasfn.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Enfim, a China é uma aberração dos novos tempos. O fim de todas as picadas e que todo mundo parece apreciar, pois analisam somente o aspecto &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;econômico&lt;/span&gt;, que é um “furo n´água”, no final das contas. O trabalhador lá é explorado até a última gota de sangue, há o trabalho infantil, direitos trabalhistas quase inexistentes, insalubridade nas fábricas, pobreza no campo. Que adianta crescer a 7, 8, 9, 10%, com todo esse quadro?&lt;br /&gt;Pessoal, progresso é qualidade de vida. Não asfalto. Não adianta construir e melhorar estradas se você não vai usá-las, ou porque o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;pedágio&lt;/span&gt; ficou muito caro, ou por que você não tem dinheiro para viajar, ou por que não tempo, ou ainda por que não tem carro. Temos que exigir dos governos qualidade de vida primeiro: mais verde, menos poluição, morar perto do serviço, trabalhar menos, mais diversão, mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;esporte&lt;/span&gt;, mais lazer, mais tempo para leitura. Estamos obcecados pelo crescimento, achando que o empregos vão aumentar. Pessoal, pura ilusão. Mesmo que momentaneamente a oferta de mão-de-obra aumente, no futuro ela sempre diminuirá, cada vez mais, devido ao ritmo da automação. Contra a automação? Pelo contrário, tudo a favor. Só que simplesmente sou contra &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;instalar&lt;/span&gt; um robô e ao mesmo tempo demitir cinco mil empregados, como fez uma famosa montadora de veículos... O que deve haver, sim, é um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;planejamento&lt;/span&gt; adequado dessa automação. Mas isso é um tema para outro &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;post&lt;/span&gt;. Por enquanto basta dizer que a China, definitivamente, não é nenhum modelo que sirva para nós. Em nenhum plano, quer seja político, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;econômico&lt;/span&gt; ou social.&lt;br /&gt;Enfim, alguém pode &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;objetar&lt;/span&gt;: o que tudo isso tem haver com os jogos Olímpicos? Ora, os jogos, desde que foram criados, na era moderna, são um símbolo de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;congraçamento&lt;/span&gt;. A China, não se enganem, não quer &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;congraçar&lt;/span&gt;-se com ninguém. Do contrário não teria reprimido tão fortemente as manifestações no Tibete e mesmo dentro do país.&lt;br /&gt;E ainda assim alguém pode dizer: faz diferença? Bem, se todo mundo ficar caladinho e comportado feito uma ovelha realmente não vai fazer diferença nenhuma. Mas eu digo o seguinte: eu quero fazer a diferença.&lt;br /&gt;Por tudo isso, e que não é pouco, não vou assistir aos jogos. Nada. Nada mesmo. É uma pena, gosto muito das exibições de atletismo, inclusive. Nem ao futebol vou assistir. Mas eu sei que a maioria das pessoas vai ficar indiferente a tudo que se passa naquele país. A minha sensação é a de estarmos todos dando corda a um bicho que morde muito feio.&lt;br /&gt;Até a próxima. E façam seu comentários.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2707068196942258205-1980721417949468646?l=blogdoclydes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/feeds/1980721417949468646/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2707068196942258205&amp;postID=1980721417949468646' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/1980721417949468646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/1980721417949468646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/2008/08/por-que-vou-boicotar-olimpada.html' title='Por que vou boicotar a Olimpíada.'/><author><name>Clydes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05959251464434571459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/STGmeNo8VyI/AAAAAAAAAB4/7sP1cuYEFIU/S220/fotoblog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/SJkj-FYGeQI/AAAAAAAAABs/p2fQvwDGygk/s72-c/liberdade+na+corda+bamba.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2707068196942258205.post-4618902990544754009</id><published>2008-07-23T18:31:00.000-07:00</published><updated>2008-11-06T19:51:07.188-08:00</updated><title type='text'>Considerações sobre o Amor</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;"O tempo lhe modera o ardor e o brilho." &lt;em&gt;Shakespeare, in Hamlet&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito já se falou sobre o amor e todos nós temos, bem ou mal, alguma experiência no ramo. Gostaria de apresentar uma pequena reflexão, mas na voz do grande Pe. Vieira. Depois que eu li esse texto, pela primeira vez, ficou difícil acrescentar algo, fazer alguma objeção. Algo mais veio com os livros, romances  e, também é claro, com a vivência prática. Bem, leiam o texto:&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/SIfcGwBVzBI/AAAAAAAAABc/ReN_H7OpwwI/s1600-h/amor.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5226387901114600466" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/SIfcGwBVzBI/AAAAAAAAABc/ReN_H7OpwwI/s320/amor.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;[Amor Menino]&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;(...)Tudo cura o tempo, tudo faz esquecer, tudo gasta, tudo digere, tudo acaba. Atreve-se o tempo a colunas de mármore, quanto mais a corações de cera! São as afeições como as vidas, que não há mais certo sinal de haverem de durar pouco, que terem durado muito. São como as linhas que partem do centro para a circunferência, que, quanto mais continuadas, tanto menos unidas. Por isso os antigos sabiamente pintaram o amor menino, porque não há amor tão robusto, que chegue a ser velho. De todos os instrumentos com que o armou a natureza o desarma o tempo. Afrouxa-lhe o arco, com que já não tira, embota-lhe as setas, com que já não fere, abre-lhe os olhos, com que vê o que não via, e faz-lhe crescer as asas, com que voa e foge. A razão natural de toda esta diferença, é porque o tempo tira a novidade às coisas, descobre-lhes os defeitos, enfastia-lhes o gosto, e basta que sejam usadas para não serem as mesmas. Gasta-se o ferro com o uso, quanto mais o amor? O mesmo amar é causa de não amar, e o ter amado muito, de amar menos. (...)&lt;br /&gt;Sermão do Mandato (1643), parte III de Padre António Vieira&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Portanto meus amigos, não percam tempo. Aproveitem. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"Buscar o amor é bom, melhor é achá-lo." Shakespeare, in Noite de Reis.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2707068196942258205-4618902990544754009?l=blogdoclydes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/feeds/4618902990544754009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2707068196942258205&amp;postID=4618902990544754009' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/4618902990544754009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/4618902990544754009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/2008/07/consideraes-sobre-o-amor.html' title='Considerações sobre o Amor'/><author><name>Clydes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05959251464434571459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/STGmeNo8VyI/AAAAAAAAAB4/7sP1cuYEFIU/S220/fotoblog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/SIfcGwBVzBI/AAAAAAAAABc/ReN_H7OpwwI/s72-c/amor.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2707068196942258205.post-2760692064943464101</id><published>2008-06-30T18:44:00.000-07:00</published><updated>2008-11-06T19:51:07.505-08:00</updated><title type='text'>O Software Livre</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/SGmM5U2GPgI/AAAAAAAAABU/qmtzBqK0iYg/s1600-h/Construction+Worker+on+the+Empire+State+Building.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217856559761473026" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/SGmM5U2GPgI/AAAAAAAAABU/qmtzBqK0iYg/s320/Construction+Worker+on+the+Empire+State+Building.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Amigos, gostaria de falar um pouco sobre o software livre. Quando pensamos em software livre pensamos imediatamente em algo gratuito, sem custo. Só “baixar”, instalar e usar. Evidentemente que conseguimos muita coisa assim na internet, através de páginas de download gratuito. Não quero me referir somente a esse modelo de uso de software – os quais muitos são produzidos por desenvolvedores independentes, com todo mérito. Mas quero me referir a um modelo especialmente: o software produzido através da colaboração coletiva e cujos direitos pertencem à coletividade. Ora, o software oriundo desse modelo não é exatamente gratuito. Isso porque há um custo de produção: o tempo e o dinheiro investido das pessoas que o realizam. E esse é o segredo da colaboração coletiva: cada um dá o tempo que acha necessário ou que lhe é permitido dar, e investe o dinheiro que quiser, se for o caso; sem cobrar royalties, sem patentes, sem custos para o usuário final, a não ser que o mesmo queira colaborar diretamente com dinheiro no projeto. O que ocorre muitas vezes. De início pode-se pensar no resultado algo como uma torre de babel. Talvez houvesse quem pensasse assim, antes do advento bem sucedido do software livre. Mas onde esse modelo se implantou só se conseguiu sucesso. Linux, Wikipédia, OpenOfice, para ficar em alguns exemplos.&lt;br /&gt;Tese. A justificativa filosófica para o software livre pode ser resumida em dois paradigmas simples: 1) As boas idéias (e acrescente-se: as invenções e as descobertas) são uma herança social da humanidade, já que a felicidade pode ser atingida através do progresso humano; 2) Nenhum ser deve ficar fora do processo, desde que se admita que todos nascem iguais e livres e assim deveriam permanecer.&lt;br /&gt;Portanto, o software é livre por sua própria natureza. Assim como a água, por exemplo, é um bem livre para a humanidade. O problema atual, comum a ambos os objetos mencionados, é a sua tentativa de apropriação privada, tornando, por conseguinte, o produto escasso e, assim, caro.&lt;br /&gt;Tudo, meus amigos, de certa forma é fruto de colaboração coletiva. Edson não descobriu a eletricidade e nem a lâmpada sozinho. Para quem não conhece de história da ciência, basta sintonizar no Discovery Channel ou melhor ainda no History Channel e assistindo a alguns programas poderá comprovar o que eu disse. Poderá comprovar também que o maior problema para o desenvolvimento desses produtos foi a instituição da patente. Se não bloqueou, em alguns casos atrasou o progresso em muitas áreas do conhecimento e da pesquisa científica. Evidencia-se nesses casos que a patente tenta resguardar interesses econômicos e não científicos. Isso é uma coisa moderna, talvez um mal moderno, pois se a invenção da roda tivesse sido patenteada talvez estivéssemos ainda dirigindo carros de bois... Com algum exagero, digamos assim.&lt;br /&gt;É fácil defender essa tese. Vamos recorrer ao exemplo da guerra. Diz-se muito que após uma guerra as invenções vêm à tona, devido ao investimento que se fez em armamentos e material de guerra. Nada mais enganador. Não totalmente falso, mas com certeza enganador. Para quem estudar de perto a história militar verá que grande parte destes inventos já existiam, mas eram segredo militar. Justamente para se usar...na guerra. E não nos lares dos cidadãos comuns. Ocorre que com a guerra os lados em conflito tem descobrir o segredo um do outro. Se descoberto, deixa de ser segredo. Após a guerra não faz mais sentido o segredo. Aí vem a difusão do que antes se queria esconder. O avião e o foguete são exemplos bem claros e clássicos sobre o assunto. Atinente ao assunto deste título cito a Internet. Sim, a velha e boa. Não tão velha e também não tão boa. O protocolo da rede foi criado ainda antes da guerra fria esquentar. Motivo: se tudo destruído, por uma hecatombe nuclear – por exemplo –, usaria-se um modelo de comunicação que pudesse atingir distâncias razoáveis e sem precisar usar meios físicos, propriamente dizendo. As ondas de rádio. Sim, elas já existiam, mas o protocolo estabelecido que nelas viajaria seria uma forma do sinal chegar ao outro lado sem interferência ou espionagem. Bastava ter na ponta um protocolo que estabelecesse a comunicação e só, somente ele, assim o recebesse. A guerra fria esfriou e a Internet veio à tona, recebendo muitas modificações e outros protocolos para troca de informações. Para quem tiver curiosidade, acesse estes links:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://11pixels.ciberarte.com.br/outros-pixels/473/a-diferenca-entre-internet-e-web.html"&gt;http://11pixels.ciberarte.com.br/outros-pixels/473/a-diferenca-entre-internet-e-web.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://buscanaweb.wordpress.com/2006/12/19/a-diferenca-entre-web-e-internet-quem-esta-mais-na-moda/"&gt;http://buscanaweb.wordpress.com/2006/12/19/a-diferenca-entre-web-e-internet-quem-esta-mais-na-moda/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A internet nasceu livre e continuou crescendo livre. E através dela foi possível todo tipo de colaboração para o mundo do software livre. Talvez justamente por isso é que muitos não apostavam nela, não porque não acreditassem na rede, mas porque justamente não desejavam ver o software como algo livre. Bem, uma destas pessoas, não vou dizer quem é agora...Apenas acessem este link muito interessante:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/042007/13042007-9.shl"&gt;http://info.abril.com.br/aberto/infonews/042007/13042007-9.shl&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoal, por enquanto é só. E lutem para que a Internet continue livre e para que o software seja totalmente livre. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2707068196942258205-2760692064943464101?l=blogdoclydes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/feeds/2760692064943464101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2707068196942258205&amp;postID=2760692064943464101' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/2760692064943464101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/2760692064943464101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/2008/06/o-software-livre.html' title='O Software Livre'/><author><name>Clydes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05959251464434571459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/STGmeNo8VyI/AAAAAAAAAB4/7sP1cuYEFIU/S220/fotoblog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/SGmM5U2GPgI/AAAAAAAAABU/qmtzBqK0iYg/s72-c/Construction+Worker+on+the+Empire+State+Building.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2707068196942258205.post-5586435914667350627</id><published>2008-06-21T12:24:00.000-07:00</published><updated>2008-06-21T13:11:25.217-07:00</updated><title type='text'>E Dunga tem culpa?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não. Decidamente não. Dunga tem um bom currilum, por onde passou foi vencedor. Nosso treinador tem reclamado sobre um suposto complô. Com razão? Eu acredito nisso. Não necessariamente num complô. Mas digamos, uma boa pressão de fora. E a CBF não ajuda muito. Observe-se o caso da convocação de Ronaldinho para a seleção olímpica, à revelia do técnico. Afinal, quem é o técnico da seleção? Assim não dá para ninguém trabalhar...&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;A respeito disso tudo, leia:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.interney.net/blogs/deprimeira/2008/06/21/carlos_caetano_bledorn_verri_o_idolo_que/"&gt;http://www.interney.net/blogs/deprimeira/2008/06/21/carlos_caetano_bledorn_verri_o_idolo_que/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E eu pergunto: quem tem culpa afinal? Ora, nós, os torcedores. Sim. Quando Parreira foi substituído nâo atentamos para o seguinte: o estilo de jogo mudaria? Dentro de campo vimos o mesmo futebol de sempre, retranca, trezentos volantes no meio-campo...&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fora isso, as maquinações da CBF, que aposta mais na vaidade dos técnicos (em dirigir a seleção) que no profissionalismo. E de falta de profissionalismo ninguém pode reclamar de Dunga.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2707068196942258205-5586435914667350627?l=blogdoclydes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/feeds/5586435914667350627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2707068196942258205&amp;postID=5586435914667350627' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/5586435914667350627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/5586435914667350627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/2008/06/e-dunga-tem-culpa.html' title='E Dunga tem culpa?'/><author><name>Clydes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05959251464434571459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/STGmeNo8VyI/AAAAAAAAAB4/7sP1cuYEFIU/S220/fotoblog.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2707068196942258205.post-7742122387343234836</id><published>2008-06-16T10:27:00.001-07:00</published><updated>2008-06-16T14:28:48.129-07:00</updated><title type='text'>A seleção de Dunga. É a nossa?</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Olá amigos,&lt;br /&gt;Vou inaugurar este blog falando de futebol. E da seleção. Como sabem, a nossa canarinho perdeu para o Paraguai, por 2 a 0, ontem, 15-06-08. A única coisa que nos conforta diante desse resultado é ver que o Paraguai está fazendo uma boa campanha.&lt;br /&gt;Não vi o jogo inteiro. Liguei a TV e já corria o primeiro tempo. E o que vi? Boa pergunta, pois estava difícil ver (e continuar vendo) alguma coisa. Na realidade o que vi jogando foi um time afoito, cheio de vontade, mas de uma vontade completamente atabalhoada. Excesso de boa vontade também não ajuda. Para quem acha que não (oprobrioso otimismo do torcedor brasileiro...) é só se lembrar daquele chute (?) de tornozelo do Robinho contra a meta oposta.&lt;br /&gt;De tudo isso o que se retira? Vamos fazer um pequeno retrospecto. Dunga substituiu Parreira como técnico porque este não conseguia imprimir um futebol alegre, bonito, etc, etc, etc, além de uma suposta e muito criticada postura apática na área técnica.&lt;br /&gt;Não sou nenhum adepto do esquema tático do Parreira. Sua idéia de futebol, em si, é mecânica demais e excessivamente preocupada com a defesa. Mas temos que dar o braço a torcer: trata-se de um bom estrategista. E foi com uma boa estratégia que conquistou a Copa de 94, além da Copa América em 2004 e a Copa das Confederações em 2005. Mas era evidente que estávamos cansados daquele futebol feio. Feio mesmo, diga-se de passagem. Dunga substituiu Parreira como promessa de um futebol alegre, motivado, entusiasmado. Bem, eu pergunto: onde está a alegria, o entusiasmo, toda aquela motivação prometida? Até agora eu não vi nada disso. Além do cenho franzido de Dunga, juro, não vi coisa que se aproveite.&lt;br /&gt;Pode-se criticar muitas coisas em Parreira, mas não isso: era organizado, inteligente, moderno, disciplinado e (sim!) inovador em alguns pontos. Chegou-se a um ponto que não deu mais certo na seleção, mas ninguém pode tirar seu mérito. Ao menos pelos resultados. Mas o que fizemos? Jogamos tudo fora, como bons brasileiros que somos. Tudo que Parreira fez virou lixo da noite para o dia. O que é pior: a impressão que ficou é que tudo que Parreira fez de errado estava relacionado com a parte disciplinar, organizacional da coisa, não ao esquema tático propriamente dito, pois disso todos esqueceram. E me lembro muito bem, todos, inclusive a imprensa, davam mais atenção à postura física do técnico dentro de campo que outra coisa qualquer. Lembram-se? Parreira não pulava, não gritava, não se excedia. Ora, que técnico é esse?&lt;br /&gt;Minha gente, eu é que pergunto, que país é este? Queríamos um técnico folclórico apenas para poder fugir à disciplina? Ninguém precisa se submeter a tratamento de enfermeira alemã, mas eu acho um pouco de disciplina faz muito bem, sim senhor. E no final das contas não temos nada – nem futebol alegre e muito menos alegria. E nem resultados, acrescente-se.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2707068196942258205-7742122387343234836?l=blogdoclydes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/feeds/7742122387343234836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2707068196942258205&amp;postID=7742122387343234836' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/7742122387343234836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2707068196942258205/posts/default/7742122387343234836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoclydes.blogspot.com/2008/06/seleo-de-dunga-nossa.html' title='A seleção de Dunga. É a nossa?'/><author><name>Clydes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05959251464434571459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nWuKJbl2VWs/STGmeNo8VyI/AAAAAAAAAB4/7sP1cuYEFIU/S220/fotoblog.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
